nunca
Coloriste o sorriso que me fez bonita. Prometeste abrigar-me da chuva e da intempérie, soltando beijos que me agasalhavam. Como é que o sempre se tornou nunca, sem eu o impedir? Estive aterradoramente perto de ti – palavras tuas – enquanto tentava segurar-te a mão para que não fugisses com o Medo. Mas não tive força. E falo sempre para ti…Continuo a falar para ti. Foste inspiração e desespero, o suicídio que não ousei.

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