segunda-feira, novembro 06, 2006

flores

As flores murcham nesta terra solitária. Procuro-te num sonho idílico de silêncio de mar.

Se te descobrir, por entre as ondas, és metal reluzente e fugidio. Que brisa te trouxe?
Se te encontrar, entre musgos e folhas, és terra húmida que se entranha nos dedos descalços.
Se me desvendas o céu, por entre nuvens de algodão, sou ave libertada do cativeiro.

Há sempre esperança para flores com raiz.